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Alimentação do bebê: Como começar

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Alimentação do bebê: Como começar

As mamães, principalmente as de primeira viagem, se assustam quando chega a hora de começar a alimentação do bebê.  De fato, nas primeiras vezes, essa tarefa não será tão simples, mas existem algumas dicas e recursos que podem facilitar esse período de adaptação.

É com aproximadamente seis meses que uma grande mudança acontece na vida dos pequenos. Com essa idade que a criança passa a desenvolver determinadas habilidades motora, neurológica e gastrointestinal e essas transformações, também refletem na rotina e hábitos do bebê.

Nesta fase, a produção de enzimas digestivas passa a ser suficiente para digerir outros alimentos, fora o leite, e o organismo da criança está mais forte para combater eventuais infecções ou alergias causadas pela alimentação. Outra função que também auxilia no processo de deglutir alimentos é que o reflexo de protrusão da língua está atenuado, o que facilita a ingestão de alimentos bem cozidos, amassados ou ralados.

A introdução da alimentação do bebê chama-se alimentação complementar (AC). O correto é que seja introduzida apenas uma refeição, sendo ainda o leite materno a principal fonte de nutrientes, porém sem exclusividade.

Depois de o bebê passar pela fase de adaptação, em torno dos sete meses, a criança já pode realizar as duas principais refeições (almoço e jantar).

Alimentação do bebê: dicas e cuidados

Paciência é palavra de ordem

Lembre-se que tudo para o seu bebê é novo, principalmente o fato de se alimentar de outras fontes fora o leite. Ele não conhece o sabor, a textura e muito menos o que ele deve fazer com aquele alimento. Então, é preciso ter muita paciência para ensiná-lo a comer e respeitar o seu tempo de adaptações e descobertas.

Primeiras refeições

É a mãe quem escolhe qual será o primeiro alimento a ser introduzido na dieta da criança, mas o recomendado é uma fruta ou um legume. Geralmente essa refeição é incluída após a primeira mamada do dia. Na segunda semana, aconselha-se incluir mais uma papinha, após o sono da tarde. A seguir, a papinha principal (conhecida também como papa salgada, porém sem adição de sal) deve ser a refeição oferecida no horário do almoço.

E o jantar?

Como dissemos, é a mãe que decide se vai introduzir a papinha principal no almoço ou jantar, mas a dica é começar pelo almoço e depois da adaptação introduzir a comida também no jantar.

Textura e consistência

Ao preparar as papinhas lembre-se de que: elas devem ser pastosas e não totalmente líquidas. Jamais utilize o liquidificador, que tritura sem piedade qualquer ingrediente.

Alimentos indicados

Para o preparo das primeiras papinhas utilize frutas como banana, mamão, abacate, manga, maçã e pera. Para a papa principal sugere-se que a refeição contenha, ao menos, um alimento de cada grupo.

Cereais e tuberculosos: arroz, mandioquinha, batata, mandioca, quinua e etc.

Hortaliças e frutas: folhas verdes, abóbora, beterraba, quiabo, tomate, cenoura, manga, banana, abacate, mamão e etc.

Leguminosas: feijão, grão de bico, ervilha, lentilha e etc.

Origem animal: carne magra de boi, peixe, frango e ovos.

Comer com as mãos

Deixar a criança manusear e levar a comida até a boca é um estímulo para ela. É importante que ela conheça a textura, a cor e o sabor dos alimentos.

Não insista

A criança fica satisfeita mais rápido do que os adultos, então não tente forçar para que ela coma. Para entender se a criança realmente não quer mais, tente algumas colheradas, caso ela resista a dica é desistir dessa refeição.

Acessórios que podem ajudar na alimentação do bebê

  • Babadores são indispensáveis para quem quer evitar a sujeira. Mas lembre-se, se o bebê for comer com as mãos, a bagunça é inevitável.
  • Os copos de transição possuem tamanhos e designs próprio para que a criança se torne mais independente e consiga levá-lo até a boca.
  • O alimentador com redes, muito usado fora do Brasil, divide a opinião das mães. O produto possui fechamento firme e uma espécie de “redinha” para que o alimento seja colocado dentro. Quando a criança leva o produto até a boca, apenas pequenos pedaços ou líquidos são extraídos.
  • Os pratos e tigelas podem fazer a diferença na hora de alimentar o bebê. Pratinhos coloridos, desenhados e com repartições são ideais nessa fase para estimular a criança.
  • Talheres pequenos, com cabos que não escorregam, suaves e macios são ideais. Já existe no mercado colheres que mudam de cor, de acordo com a temperatura da comida.
Hora da papinha, vamos lá? Esses e muitos outros produtos que podem te ajudar  na alimentação do bebê você encontra em nosso site.

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  • Jun 05, 2019
  • Natália Nocelli
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