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Desmistificando o aleitamento materno

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Desmistificando o aleitamento materno
O aleitamento materno é um assunto muito importante quando se trata de gravidez. Receber as instruções corretas garante a boa saúde do seu bebê e diminui as preocupações das mães, principalmente as de primeira viagem.
Acredito que a melhor hora para ir atrás dessas informações é durante a gravidez, pois, assim, você já estará preparada para a chegada do pequeno. Você terá muitos meses para descobrir livros, grupos de auxílio à maternidade, lugares que oferecem cursos para grávidas e até mesmo comunidades em redes sociais onde as mulheres compartilham todo tipo de informações sobre maternidade.
O tema “aleitamento” é muito extenso e possui muitos aspectos polêmicos em torno dele. Porém, prefiro deixar a polêmica para outro dia! Antes disso, acho mais importante desmistificar alguns aspectos sobre o ele. Por isso, decidi compartilhar com vocês o resultado da minha pesquisa (http://www.leitematerno.org/o_que_deve_saber.htm)! Mães, saibam que:
1. O seu leite é o melhor alimento para o seu filho.
2. O tamanho e formato da mama não importam – tanto as mamas pequenas como as grandes produzem leite adequado e em quantidade suficiente.
3. O melhor momento para começar a dar o peito é durante a primeira hora depois do parto. Os bebês, quando nascem, estão muito despertos e a sua necessidade de sucção é muito intensa.
Se, nesse momento, o bebê for colocado ao peito, ele aprenderá a mamar corretamente.
Passadas duas horas depois de ter nascido, o bebê entra num estado de letargia que pode durar até doze horas. Nessa altura, é mais difícil para o bebê aprender a mamar corretamente, ao passo que os bebês que já aprenderam a fazê-lo reproduzem com facilidade a técnica e normalmente são capazes de se alimentar sem problemas. Se não existe nenhuma patologia, todas as mulheres podem iniciar o aleitamento materno imediatamente após o parto, quer tenha sido parto por via vaginal, quer tenha sido cesariana.
4. Mantenha o bebê ao seu lado nas primeiras horas após o parto.
5. Deixe o bebê mamar em regime livre (sempre que o bebê quiser e durante todo o tempo que ele quiser) desde o primeiro dia.
6. Não dê ao recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser por indicação expressa do médico (os bebês em aleitamento materno exclusivo não precisam de água nem de “chás”).
7. Não dê chupeta nem mamadeira ao bebê no primeiro mês de vida (nem mesmo as chupetas ditas “fisiológicas”). Os bebês precisam de tempo e de prática para aprender a mamar com eficácia; quantas mais oportunidades tenham para mamar, mais cedo aprenderão. O uso de chupeta e bico de mamadeira durante o primeiro mês de vida pode confundir a sucção dos bebês, porque o movimento da língua, das bochechas e do maxilar é diferente. Está demonstrado que o uso de chupeta prejudica a amamentação [1][1][1][1]. As crianças amamentadas não necessitam de chupeta nem de mamadeira. Além disso, o uso de chupeta tem mais efeitos nocivos do que benéficos.
8. Os recém-nascidos perdem algum peso nos primeiros dias de vida (cerca de 10% do peso com que nasceram). Isto é normal e não quer dizer que o seu leite seja fraco.
9. Nos primeiros 2 a 7 dias após o parto, as mamas produzem colostro. O colostro é amarelo e mais espesso do que o leite maduro e é produzido em pequenas quantidades. Contém mais anticorpos e mais glóbulos brancos do que o leite maduro e assim protege o bebê contra a maior parte das bactérias e vírus. O colostro é laxante e ajuda o recém-nascido a eliminar o mecônio (as primeiras fezes muito escuras do bebê). Isto ajuda a evitar a icterícia. O colostro é exatamente o que o bebê precisa nos primeiros dias!
10. Todas as mães ficam mais emotivas e sensíveis durante algumas semanas depois do parto. Nesta fase, é normal sentir algumas dificuldades na amamentação. Seja persistente e não desista. Essas dificuldades desaparecem com o tempo, à medida que vai ganhando prática para amamentar.
11. As primeiras semanas após o parto são muito importantes para a amamentação. Procure alguém que a ajude nas tarefas domésticas, durante essas semanas, para que você possa se dedicar inteiramente ao seu bebê.
Algumas informações podem parecer muito óbvias, mas tem muita mulher que deixou de amamentar o filho antes da hora ou o fez de forma não apropriada porque não buscou a informação correta nos lugares certos! Aliás, sobre isso, sugiro que deem uma olhada nos sites da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da UNICEF, que são organizações de referência nesse assunto. A Unicef, inclusive, disponibilizou uma cartilha online sobre o tema repleta de informações úteis https://www.unicef.org/brazil/pt/aleitamento.pdf .
Por ora, espero ter contribuído com um pouco de informação para os novos pais! Se tiver algum aspecto do tema que tenham alguma curiosidade, mandem nos comentários para podermos discutir sobre ele em um post futuro!
Por fim, é bom lembrar que o aleitamento é muito importante para o seu filho, não só porque promove sua saúde e outros benefícios, mas também porque este ato aumenta os laços afetivos entre ele e você e é benéfico para a dentição, a fala e para o desenvolvimento infantil. Em razão disso, sempre busquem o máximo de informações para cuidar do seu filho adequadamente!


[1][1] Pediatrics: 2003; 111: 511-18

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  • Dec 26, 2017
  • Paula Ferreti
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